“As modificações que venho fazendo recentemente são ajustes naturais, até porque trabalho hoje com alguns dos principais talentos da publicidade, em idades variadas. As maiores mudanças, até agora, são a volta de Waiteman e a promoção de Carlos Fonseca, que vem se destacando bastante na criação de Brahma”, explica Gordilho. Antes de trabalhar na Africa, Fonseca, 40 anos, atuou na Y&R. Como redator, trabalhou para grandes marcas como Vivo, Itaú, Danone, TAM, entre outras.
Gordilho faz questão de lembrar que a agência tem como política reconhecer os talentos que já estão na casa – ainda nesta semana, Paulo Junger, na Africa há quatro anos, foi promovido a diretor de criação, duplando com Astério Segundo, recém-contratado. “Para mim é um orgulho poder reconhecer o talento desses profissionais, que têm a cultura da Africa. É uma equipe que todo líder gostaria de ter”, destaca o co-presidente.
Sobre a saída de Cássio Zanatta, Gordilho o define como um craque e só tem a agradecer toda a dedicação do profissional, que ficou cerca de um ano na Africa. “Foi uma grande parceria, pudemos trabalhar juntos em campanhas de grande qualidade criativa. Aprendemos muito com Zanatta, um dos mais renomados redatores da propaganda brasileira”, arremata o co-presidente da Africa.
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